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sexta-feira, 28 de julho de 2023

Último poema de 2016

Somos tão jovens mas desgastados como velhos,

E por dentro mortos;

Disposição pro sono eterno.

Sonhos maiores do que tudo que já vivemos;

Sabedoria vaga; cada dia não é vivido,

Apenas sobrevivemos.

E tentamos ficar em pé

Em meio aos vários tormentos.

Fracos, destruídos e assustados,

Mas sempre continuando

Sofrendo, lutando,

Morrendo e levantando.


Vendo as estrelas,

Vendo e vivendo as dores,

Caindo e amando,

Existindo,

Nos inspirando.

E sempre sonhando.